Pense na vida, faz bem!!


Nunca conheci quem tivesse tomado porrada.
Todos parecem lindos e joviais no orkut.
Niguém tem câncer, gordura localizada ou uma sequer mancha na cara.
Nem enchem a cara por não ter a mulher ou homem , carro ou emprego que imaginam.
Cadê meus amigos humanos? Lembram de como são eles?
Aqueles que choram de saudades, de amor, de tristeza?
Os que perdem emprego, casa e precisam de ajuda.
Todo mundo odeia acordar cedo a cardemdiar o dia todo. Contrasenso?!?!
Só eu passo um dia ou outro sem tomar banho?
Todos meus conhecidos tem a receita ideal para conseguir dinheiro e conquistar a
a gatinha da moda.
Devo realmente ser um ser inferior. Talvez mais pobre de espírito, sei lá.
De duas uma. Ou o mundo tá louco ou estou realmente fudido.
Talvez seja os dois ...


Inspirado no poema: Poema em Linha Reta de Álvaro de Campos



Escrito por Franklin às 13h29
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                                                 O título vc escolhe

Esses dias eu estava pensando (tem sido cada vez mais raro esse fenômeno).
O Homem foi a lua, mandou robôs a marte, conhece muitas e muitas coisas como o átomo, luz, etc.
Para chegar a essas descobertas, muito foi exigido de cérebros de pessoas, digamos ... ilustres.
Não pense que a maioria das descobertas foram feitas por um grupo de pessoas. A grande maioria das
descobertas foram feitas por pessoas isoladas. Não necessariamente pessoas que vivem fora da comunidade,
mas que trabalham quase sozinhas pesquisando, estudando, etc. Sem dúvidas, a mente humana
não tem limite algum. O fato mais interessante é que esses cérebros eram e são muito parecidos com os
nossos, 80 % formado de água.
Então, como podemos nos submeter a pensar 8 horas por dia em colocar dinheiro no bolso de nossos patrões?
Isso é algo meio punk ou estou viajando? As profissões mais importantes são as menos recompensadas financeiramente, 
acho que aí está um dos x dessa maldita equação.
Achamos um completo absurdo a escravidão, mas será que esse também não seria um tipo nato de escravidão?
Muitas vezes me pego pensando nisso. Como pode alguém se sujeitar a trabalhar para outra pessoas? Será que quando
essa relação se estabelece, fica claro a incapacidade de se trabalhar para si mesmo? Além disso, fica claro que não temos
sonhos próprios e por isso precisamos trabalhar nos sonhos alheios??????
Essas indagações não saem da minha cabeça, além de muitas outras evidentemente. As dúvidas estão na minha cabeça
na mesma proporção que a água, rs.
Eu acredito que 90% das pessoas trabalham por dinheiro e não por acreditar no próprio trabalho. Aí faz sentido trabalhar
para os outros.
Acredito que cada trabalho tem uma função na sociedade. É como se cada um de nós funcinasse como uma célula no nosso
organismo, cada um desempenhando seu trabalho, sua função. Ao invés de pensarmos no no bem estar do ser, pensamos
apenas nos nutrientes e oxigênio que podemos receber. Quando vem uma crise mundial, entramos logo em redução de gasto
de energia e se o Obama das células não desempenhar bem sua função, entramos logo em processo de autólise, rs.
Pelas mãos dos graçons e cozinheiros passam o alimento que dará saúde para as pessoas que irão consumir a comida
por eles preparada e transportada, fato imprescindível na manutenção da vida. Nos projetos de engenheiros surgem novas
soluções para transportes mais eficientes, limpos, acessíveis, etc .
Mas quando descubro que sensodine é pasta dental anestésica, e, por isso é indicada para pessoas com sensibilidade dental,
sinto que estamos perdidos. O fato é que, seja qual for motivo da sensibilidade, as pessoas continuam com o problema,
apenas não o sente mais, pois a pasta anestesia os dentes. Quando trocam de pasta, passam a sentir o problema e voltam a
pagar o dobro do custo de uma pasta normal. Sacanagem PURA!!! É claro que deve ter casos onde é indicada, mas
não como a idéia é vendida na TV.
Acho que esse pode ser um grande diferencial para qualquer pessoa. Descobrir a principal função da sua profissão no contexto
geral. Assim, coisas como fofoca, intriga, etc ... ficam pequenas perto do que realmente interessa e fica mais fácil definir o que
é certo e errado. Afinal, são essas definições que nos caracterizam.
Trabalhar para os outras pessoas pode fazer parte de algum plano, aí faz algum sentido. Pois ninguém com 18 anos sabe perfeitamente o que quer (nem com 28, viu?). Esse é um bom começo em busca de experiência e enquanto se define o verdadeiro papel na sociedade.
Bye, amigos.



Escrito por Franklin às 22h49
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                                                                                                                    A paixão por Automóveis

 

A paixão por automóveis do brasileiro (não sei se no resto mundo é assim) é evidente. Muitas crianças sabem nomes de vários carros antigos e alguns arriscam expressões como conjunto óptico e power train. Eu fui um deles. Desde pequeno só tinha uma parte do jornal que eu lia religiosamente toda semana, o caderno Autos e acessórios do estadão. Simplesmente adorava carros. Meu sonho era ser piloto de fórmula um, até que meu pai comentou que eu precisava arrumar patrocínio ou arrumar alguém que acreditasse nisso. Foi aí que liguei, sem sucesso, para o show da xuxa. Cursei durante dois anos o SENAI, imaginem o curso. Isso mesmo, mecânica de automóveis. Depois de 6 anos me formei em engenharia mecânica automobilística, sendo que estagiei na FORD e VISTEON.
No final de toda essa tragetória automobilística, tomei uma espécie de nojo desse assunto.
Precisei estudar e trabalhar na área para descobrir que o carro está para o mundo, assim como as drogas para os seres humanos.
Pode parecer idiota e até radical, mas calma. Farei como sempre procuro fazer, deixar os fatos falarem por si.
Como comentei a alguns post atrás, o rendimento médio de um automóvel é, quando muito, cerca de 25%. Ou seja, se vc enche o tanque com 100 reais, R$25,00 são usados para impulsionar o carro, o resto do seu precioso dinheiro é transformado em calor, dissipado pelo sistema de arrefecimento, barulho, desgate das peças, etc. O pior da história, é que ninguém está realmente preocupado com isso. O sujeito se preocupa muito mais se o carro tem vidros elétricos, do que verificar a segurança que este lhe proporciona ou quanto o carro consome.
Evidentemente, existem tecnologias mais eficientes, mas isso demandaria um investimento pesado das montadoras, além de colocar por terra anos a anos de desenvolvimento dos motores de combustão interna. Por isso, gente grande não investe de verdade nisso.
Outro disparate é a necessidade de carro 4 portas. 85% das pessoas andam sozinhas em seus carros em 90% do tempo de utilização do carro (dados levantados por pesquisas próprias a 4 anos atrás), então porquê manter as malditas 2 portas traseiras?
Elas são responsáveis pelo acréscimo de cerca de 15% do peso do veículo.
Ou sejá, vc anda com uma carapaça com 15 vezes o seu peso para poder se deslocar com relativo conforto. Isso não faz o menor sentido.
Só no Brasil 40.000 pessoas perdem a vida por acidentes de trânsito (dados levantados, devem morrer muito mais).
Sem contar a poluição causada em todos os sentidos, já que além de poluir o ar e água, cada vez mais carros entulham as grandes cidades e nós sabemos muito bem disso.
Diz aí, tem burrice maior do que esperar o sinal verde de um semáforo onde ninguém vem no sentido transversal? E se vc
arrisca a passar, pode ser autuado como um infrator!!!! É mole??
Definitivamente o automóvel passou a ser objeto de status social. Se eu realmente quisesse construir objetos de glamour, seria designer, pintor de quadros ou coisa que valha.
Um carro tido como popular deveria custar uns 100 mil reais, sendo que 50% deveriam ser impostos que incentivasse o transporte público. Assim poderíamos confiar mais em nossos ônibus e ampliar as linhas ferroviárias, essas sim, uma excelente alternativa para a solução do transporte público, pois além de não poluir diretamente, tem uma relação de peso próprio/peso de ocupantes mais viável, além de não poluir.
Ah! Eu quase esqueci de comentar. A energia que alimenta rádios, MP3, luzes e celulares ou GPS carregados pelo esqueiro, vêm do combustível, já que essa é a única fonte de energia do automóvel. Quando vc compra um carro com vidros elétricos ou outra besteira do tipo, saiba que ele consome mais que um carro que não tivesse. O mesmo pensamento pode ser extendido para carros mais pesados, como os 4 portas. É claro que a diferença não é grande, mas existe.
De pouco em pouco a galinha esvasia o saco, assim como o carro esvasia o tanque.
As vezes precisamos estudar algo muito tempo para perceber que não faz nenhum sentido.



Escrito por Franklin às 19h21
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                                                           O Silêncio dos Amantes

 

Na esteira das críticas de livros, segue mais uma a respeito desse livro da Lya Luft.
Pra quem não sabe que DF significa Distrito Federal (rs), Lya Luft é uma escritora gaúcha que escreve basicamente com um assunto central, a família, com toda grandiosidade e miséria que esta palavra pode significar. Ganhou em 2001 o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica.
Devo confessar o fato de ser enganado pelo título. O Silêncio dos Amantes me parecia ser tratado, pensado, discutido, bem como suas razões, consequências, etc., mas não é assim que é. O livro traz 20 contos com o tema central do silêncio entre pessoas que supostamente (mas nem sempre) se amam. Histórias de família de modo geral, como a relação filhos e pais, marido e mulher e a relação muitas vezes desarmoniosa entre os idosos e o resto da família, quase sempre pela ótica feminista, mas nem sempre equivocada.
Os contos são mais curtos do que de costume, durando cerca de 5 páginas os mais longos, fato que não possibilita riqueza de detalhes da história, mas que cumprem seu papel de relatar superficialmente o palco em que o silêncio se instala, sendo que na maioria das vezes o caos finaliza ou começa pela morte do personagem central.
Realmente o silêncio entre pessoas que se amam ou pelo meenos convivem juntos pode selar muitos acordos, inclusive alguns malígnos. O fato é a como cada um escolhe tratar internamente o assunto. Os mais fortes tentam a todo custo amenizar a situção, buscando conversas e soluções, mas na grande maioria das vezes o silêncio gera planos para a vingança, que muitas vezes é comido muito frio.
Pessoalmente eu não gostei, pois não queria ler um monte de histórias curtas, queria ler a respeito do tema principal como uma forma de discussão, entrando em seus pormenores, suas causas mais comuns, etc. já que uma senhora escritora desde 1980 (ano em que nasci. Peço encarecidamente que não façam a conta) com certeza tem uma experiência muito maior que a minha nesse sentido, principalmente no que tange o fato da morte, já que meus entes mais queridos
estão todos vivos e penso em como lidar quando nossa única certeza chegar.
O silêncio parece ser uma forma de auto-proteção. A escolha por não se pronunciar diante de fatos ou até mesmo a escolha por não escolher. Ainda acho que a melhor situação é mesmo resolver o problema, nem que seja destruir a relação se assim for necessário, mas fingir que nada acontece e empurrar com a barriga parece ser o começo de problemas muito maiores. A distância entre as pessoas pode ser transformar em abismos que oferecem riscos a ambas as partes. Embora todos procurem a felicidade, acho impossível não cairmos algumas vezes nessa armadilha de nos calarmos, nos protegermos até de nós mesmos.
Uma frase muito interessante que li outro dia, é o fato de que muitas fortalezas nascem de fraquezas. Está aí uma excelente possiblidade de tornarmos nossas relações mais fortes, tratando os sorraeiros pensamentos e sentimentos que calmamente assassinam nossos entes com gestos, palavras e as malditas omissões.

 


Me parece que fui redundante nesse post. Foi a frustada tentativa de explicar algo mal resolvido
em minha mente. Espero não ter sido muito chato.
Parece que achei uma fábrica de posts. Riso



Escrito por Franklin às 15h01
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                                                 APRENDENDO INTELIGÊNCIA

Resolvi registrar uma espécie de crítica dos livros que leio e começarei pelo que intitula esse post.
Como a principal razão desse blog é a discussão dos assuntos levantados, o objetivos dessas críticas segue a mesma linha, a de achar pessoas que leram o mesmo livro e queiram levantar questões interessantes, além de incentivar outras a lerem os livros levantados.
É díficil emitir uma opinião sensata a respeito do livro de um autor que é praticamente um herói para mim, mas vou tentar.
Primeiramente, o Profº Pierluigi Piazzi foi um professor ímpar na minha formação principalmente em virtude da sua inteligência. Sua aula era como um passeio no bosque da física, mas vamos ao que interessa.
Italiano naturalizado brasileiro, se identificou cedo com a didática e até hoje, com cerca de 60 anos, continua lecionando.
O livro se baseia no fato de que a inteligência pode ser desenvolvida, contrariando a idéia de que nascemos inteligentes ou não.
O objetivo é falar com o público adolescente, portanto os detalhes são superficiais e cheio de figuras, mas atingem com destreza o objetivo que é ensinar a metodogia para tornar as pessoas mais inteligentes.
O grande segredo se resume em estudar, todos os dias, o conteúdo aprendido na escola.
Aula dada é aula estudada no mesmo dia, antes de dormir, pois no processo do sono, parte das informações adquiridas são apagadas e apenas as informações que possuem algum apelo emocional são guardadas. Estudar a tarefa no mesmo dia é como avisar o cérebro que aquela informação é importante, e por isso merece ser guardada.
Para quem já teve aulas com ele, é como se visse nosso professor na frente do quadro verde (no meu tempo de escola era verde e não branco). Foi como voltar no tempo e me colocar na sala de aula em 1997.
Um detalhe muitíssimo importante que o autor toca, é a relação entre prazer e dor.
Nas coisas benéficas, a dor costuma vir primeiro, nas maléficas a reciprocidade inversa ocorre. Parece haver um sentindo natural nas coisas. Trabalho (dor) primeiro e apenas depois recompensa (prazer).
[PAUSA PARA PENSAR NOS SEUS EXEMPLOS]
O Profº Pier toca no fato de como as informações são armazenadas no cérebro, justificando a metologia de estudar todos os dias com argumentos fisiológicos do funcionamento do cérebro humano.
O livro também traz algumas estratégias de como iniciar o mundo da leituras nas crianças e adolescentes, inclusive trazendo algumas estórias pessoais pouco aplicáveis.
Este é o primeiro livro de uma série de mais dois, onde os outros são direcionados para pais (Estimulando Inteligência) e professores (Ensinando Inteligência), com orientações de como ensinar e desenvolver a inteligência dos seus pupilos.
O resultado é um livro que ensina a estudar, fato que parece fácil e banal, mas não é.
Estudar não é outra coisa senão o uso disciplinado e livre das capacidades críticas que todos possuímos, e que constitui o único meio de escapar à aceitação acrítica das frases delirantes e fáceis.
Espero que este pequeno livro estimule o leitor a libertar-se da aceitação idiota de estudar apenas para passar na prova, ajudando assim nossos jovens a entrarem ativamente e positivamente no mundo fascinante das ciências.

 


  

    Gostaria muito de ver o livro na lista dos mais vendidos do Brasil. (Sonho meu?) 



Escrito por Franklin às 13h02
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                                                 O  Mundo é das Mulheres

                                                     

Cada vez mais estou convencido disso!! A geração que resolvia tudo na porrada, acabou. Os filhos
que respeitavam cegamente seus pais até os 30 anos morreram. Ainda bem.
O mundo está mudando, galera!!! É claro.
É claro que nada é ruim ou bom a não ser que hajam interesses. Em todos os casos, as coisas
apenas são! E essa é mais uma. A anos vestimos e usamos o que as mulheres e os homosexuais
ditam, inclusive, essa última "classe", vem ganhando e tem de tudo para ganhar cada vez mais espaços.
Duvida? Quem usava pochete na década de 80? Calças cargos e papetes nos foram apresentados
por eles. Hoje em dia, dificilmente vemos uma bermuda sem bolsos a tira color costurados na lateral
das pernas da molecada.
Quem vc acha que lançou essa moda de cara fortinho usando roupa apertada? Quantos caras fortes ou
tentando ficar forte tem por aí? Os pançudos assumidos estão em extinção, estamos morrendo, rs.
Principalmente do coração.

O que quero dizer é que os homens de modo geral estão cada vez mais perdendo espaço, portanto,
o mundo tende a ser mais bonito, clean e menos eficiente. O que é ótimo ao meu ver, já que pelo
menos teremos um mundo mais harmônico, pois eficiência e inteligência não é algo que costumamos
ver com frequência (a trema caiu mesmo!). Ainda duvida de mim? Olhe a maioria dos nossos hábitos!
o que dizer de um ser que acorda todos os dias e anda sozinho num carro 4 portas de mais de 1000kg
que suja, em todos os sentidos, o mundo que vivemos? Conhece alguém assim? E isso não é tudo.
Esse ser ainda costuma lavar esse mesmo carro todo final de semana. Percebe o paradoxo? Quantos
litros desse líquido sagrado são desperdiçados para limpar uma máquina de aproximadamente 30%
de eficiência (isso mesmo. Se vc enche o tanque com R$100,00, quando muito, apenas R$30,00 são
usados para movimentar a roda do seu carro) que polue o ar, causa engarrafamentos, mata um monte
de gente, etc. Quer mais paradoxos? Olhe ao redor. Pense na burra maneira de como somos ensinado
nas escolas e como transportamos containers e grão pelo Brasil a fora, dentre outros absurdos.
Esse mundo é mutíssimo complexo, mas uma coisa que não tem é lógica. Isso não tem mesmo. Pelo menos o comprotamento humano.
Sinceramente, acho que isso deve melhorar com as mulheres assumindo melhores
posições na sociedade. Talvez seja a vez da sensatez tomar espaço no breve filme da existência
humana, já que as mulheres estão estudando cada vez mais que os homens, de modo geral. Só lembrando
que estudar não significa frequentar a escola, faculdade ou coisa que valha. O lance é estudar, seja e, casa,
na escola, no ônibus, anywhere.

Resumo da ópera: se tu é mulher ou homossexual, vai na boa. O tempo conspira a seu favor.
Agora se tu é machão e tals, trata de entender as mulheres e entender o lado daqueles seus amigos
suspeitos, não esqueça daquela tiazona que nunca foi vista com nenhum namorado. Você vai precisar deles,
principalmente quando precisar de um aumento de salário.



Escrito por Franklin às 18h24
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                                                        O Ecossistema das Relações


É incrível como produzimos ao estarmos felizes! Domingo eu estava conversando com minha irmã, essa pessoinha de pouco mais de um
metro e meio e cerca de 40kg, mas que possui lugar grandioso no meu
coração, e descobrimos coisas interessantes, assim acreditamos.
Conversávamos a respeito da relação entre as pessoas, mais especificamente
da nossa família. O papo todo começou quando procurávamos encontrar justificativas e padrões para comportamentos e desentendimentos entre alguns de nós.
De forma análoga a um ecossistema, as relações humanas seguem o mesmo
príncipío. Parece haver uma símbiose nas relações, de modo que existe a relação perfeita entre cada par de pessoas no universo.
Isso mesmo! Existe uma "distância" perfeita entre as pessoas, quanto mais distante dessa distância ideal, menos frutos somos capazes de colher da relação, consequentemente a possibilidade de termos mais problemas é maior, mas não necessariamente.
Essa medida é determinada pelo temperamento das duas pessoas, sendo
que, portanto, pode variar com o passar do tempo, já que mudamos dia após dia em função das influências que nos cercam.
Isso fica melhor explicado quando alguém fica com um amigo. Se a amizade anda de vento em poupa, é natural, muitas vezes, imaginar se a relação não poderia "evoluir" para um namoro ou coisa que valha. De forma inversa, um casal que enfrenta problemas tende a ficar mais distante um do outro,
distanciando se assim da distância perfeita,  de modo que o resultado dessa história não costuma ser bom.
Nos parece (falo também pela minha irmã, que concordou comigo enquanto
eu tentava expor algumas destas conclusões) que a chave do nosso sucesso está em descobrir a distância ideal para cada pessoa, mesmo as aparentemente mais distantes.
Uma vizinha minha (na verdade da minha mãe) me comentava que ao passar do ponto de ônibus o qual queria descer, tentou convencer o motorista do ônibus a abrir a porta do ônibus, que
se encontrava parado no semáforo**.
Ao tentar persuadí-lo de forma sutil (típico da alma feminina, rs):
-Por favor, meu lindo. Poderia abrir a porta pra mim?
Foi respondida com uma simples e singela frase:
-Só no ponto!!
Ela, como sempre muito gentil e educada, respondeu:
-Pois não, meu querido. Muito obrigada e bom trabalho ao senhor!
E no outro dia voltou a cumprimentá-lo com muita simpatia e discrição.
Eis que então, a partir deste dia, o motorista passou a reconhecê-la nas viagens e a deixá-la todos os dias em frente ao trabalho dela, que obviamente não é ponto.
Que engraçado, não? Quando ela precisava, ele não atendeu, mas devido a sua simpatia e educação, resolveu agradá-la e deixar, ela e seus colegas de trabalho, em frente ao fórum. Essa é a verdadeira alquimia!!
Portanto, vamos começar esse 2009 pensando se realmente estamos procurando alcançar nossas distâncias perfeitas e traçarmos estratégias para atingí-las. Posso lhe dar uma dica quente?
Não fale pra ninguém (essa nunca falha!!) Sorriso.
A dica é: Que tal começar com um comentário a respeito deste post? Sorriso.
Críticas e desabafos também valem. Só não aceito que xinguem minha mãe.
Cada vez que a vejo, mais me convenço de que ela é realmente uma santa e que santo é algo que não quero ser, nem morto.
FELIZ ANO TODO!!!


 

*Pensando bem, morto talvez Piscadela
**Percebam que ainda é semáforo e não sinaleira, rs.
***Esse post não está de acordo com as novas regras gramaticais. Me dá um tempo para eu pegar essas regras direito, tá?!



Escrito por Franklin às 18h23
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                                                         O tal do QI

 
Todo mundo conhece o tal do QI. Não, não é o coeficiente de inteligência ou coeficiente intelectual, número esse que tenta quantificar a inteligência de um ser em relação a uma média ou coisa que valha.
Falo a respeito do Quem Indica.
Muito se fala (geralmente mal) a respeito dessas pessoas que são indicadas para algum cargo.
Os tais de costas quentes, filho de não sei quem, etc.
Sempre achei injusto, mas insustentável (não em empresas estatais) a contratação do indivíduo com QI. A pessoa indicada pode até ter indicação, mas se não rende o esperado, TCHAU, e quem venha outro, podendo ser outro indicado, inclusive.
Com a idéia frenética de redução de custos das empresas, fica muito caro recrutar e selecionar pessoas,
então porquê não deixar que pessoas conhecidas possam fazer esse processo?
Além que fortalecer os laços com os conhecidos, o famoso network, quem indica geralmente conhece bem o perfil do indicado, podendo inclusive imaginá-lo na função a ser ocupada.
O tal do QI também pode ser usado para entrar em empresas, regiões, grupos, etc., que se tem interesse,
mas não se consegue pelas vias normais. Calma, eu explico. Se existe um grupo que precisamos entrar, pode ser uma empresa onde gostaríamos de trabalhar ou vender algo, etc. Esse contato pode ser feito através de amigos em comum. Se houver algum, verifique a possibilidade de ele te indicar. Se tudo der certo, seus laços com essas pessoas serão reforçados e sua possibilidade tende apenas a aumentar.
Essa forma de pensar leva a outras conclusões. Se um indivíduo não trabalha bem ou não é bem visto pelos colegas, logo teremos pessoas QNI (Que Não Indicam), ou seja, a contra parte dos QI. O melhor a fazer é trabalhar da melhor forma possível, sempre presando pelo bem comum (pelo menos na maioria das vezes). Desafetos, inveja e coisas afins existem, afinal de contas, não queremos bem a todo universo, por menor que ele seja.
Vale lembrar que o QI não elimina totalmente o processo de seleção, a não ser o indicado do "big boss", rs. A boa e velha entrevista é sempre válida, até porque, cada um tem uma visão das pessoas.
Portanto, acredito que o QI é uma inteligente forma de recrutamento e seleção de pessoas e espero que cada vez mais essa forma de contratação seja utilizada, assim, somos obrigados a fortalecer nossa laços de amizade e coleguismo, também como uma questão de sobrevivência, já quem sem eles, logo estaremos isolados.


*Passei a pensar assim depois que fui indicado para meu atual emprego. Alguém sabe o porquê? Língua de fora 



Escrito por Franklin às 16h29
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Show do Teatro Mágico

Eu juro que não queria escrever sobre isso. Juro mesmo.
Estou cheio de coisas para fazer, inclusive coisas atrasadas que por irresponsabilidade deixei para depois, mas qd me vi revivendo os momentos que passei ontem, decidi que devia escrever ...
Claro que parte desta emoção foi gerada pela expectativa de esperar o show, que a tempos esperava.
É difícil descrever a sensação de alma lavada e coração abraçado (apesar do problemas pessoais), mas lá vamos nós tentar, apesar de não me sentir nem um pouco capaz.

Sinceramente ainda estou estasiado com o show de ontem.
Para quem não sabe, o Teatro Mágico se apresentou ontem (dia 7/8/08)
no bar opinião, aqui em Porto Alegre.
Minha sensação é a de ter visto todas as grandes questões da minha vida descritas em forma de música, malabares, interpretações, etc., enfim os mais variados tipos de interpretação artística.
É sem dúvida a maior representação de arte que já ouvi falar, já que a maioria delas tem apenas uma face. E digo mais.
Poderia APENAS ser um espetáculo de dança com música ao vivo com alguns malabaristas, com interpretação, etc., mas além disso tudo, é algo que te faz pensar a respeito de coisas que NINGUÉM conversa.

É como se tivessem falado tudo aquilo que eu sempre senti mas não conseguia explicar nem para mim mesmo. Minha revolta de anos,as minhas mais profundas tristezas expostas de forma alegre, com danças e sorrisos estampados por anjos muitos ano luz mais experientes.
Sem dúvida TM chegou em minha vida em um momento onde grandes dúvidas
já tinham criado raízes e qd minhas artimnhas para resolvê-las já não faziam o menor efeito.

Sem dúvida foi o melhor show da minha vida. Até eu, que a tempos não
chorava, chorei e nem sei o porquê. Malditas lágrimas!!!! 

Não falei? Bom, eu disse. Leu porque quis.


*Link dos vídeos e fotos que fiz no show:http://rapidshare.com/files/136769183/Teatro_M_gico.zip.html
**Link das músicas do segundo albúm (o segundo ato): http://rapidshare.com/files/123300613/Teatro_Magico_-_Segundo_Ato___www.xalmer.com__.zip.html



Escrito por Franklin às 16h55
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Ser bom ou ser mal?

O que difere um do outro? Qual o critério para ir ao céu ou ao inferno?
E principalmente, o que fazer para ser uma boa pessoa, considerando que não é fácil manter um coração de menina virgem, diante de tantos estupros sofridos no dia a dia.
Acho que a verdadeira luta é essa. Manter a inocência mesmo diante de todos estes problemas.
Manter-se inocente não é ser a menininha indefesa da história, mas sim acreditar nas pessoas, no amor, na hosnestidade, etc., mesmo tendo motivos para deixar de acreditar. Todos sabemos que isso é muitíssimo difícil.
A primeira reação é mesmo empírica. Não deu certo assim? Não farei mais, foda-se.
Simples assim!
Mas o coração não deixa sermos assim, né? Pelo menos o meu não.
Essa questão de bem e mal já foi muito e muito abordada por muitos filósofos e outros que se acharam capacitados a tratar o assunto. Como já comentado em outros posts, entender verdadeira/e as coisas é muito complicado, não sabemos nem pq as coisas caem, quanto mais do resto.
Mas me atrevo a dar uns pitacos, afinal de contas, estou envolvido nesta confusão toda que é estar vivo.

Ser bom geralmente é refletido em renúncias, doação a outrens, etc.
Ser ruim todo mundo sabe, tem um monte de fdp assim.
O fato é que ninguém (absolutamente) é o tempo todo ruim nem bom, como diria
nosso amigo
Bocage:

A mão que afaga é a mesma que apredeja ...
O beijo, amigo, é a véspera do escarro ...

De fato, as piores maldades e boadezas (se é que isso existe) são muito sutis. Como agradecer ao sorriso do cobrador do ônibus? Ou aquele motorista que parou fora do ponto, arriscando ser pego pela fiscalização, apenas para que vc não perca o horário?
O café da manhã na cama, com todo carinho ...
Essas pessoas deviam ganham um prêmio nobel da paz, que valesse só naquele dia.

Agora como punir o despreso, descaso, falta de atitude, mentira, etc?
Essas e muitas outras deveriam ser previstas no código penal, sob pena de prisão perpétua em alguns casos.
Como condenar um abraço frio depois de tantos dias de distância?
O esquecimento do dia do aniversário do amante.
Atitudes assim matam muito mais que armas, pois matam sonhos, esperanças, ilusões ...
Sem isso não se vive!!


É a vida. Só sabe quem tá aqui.
E vc? Já escolheu em que time está?


*Amante é quem ama, sendo o amor lícito ou não (se é que isso existe).
**Ficou meio podre, mas pode ser o começo da volta ao blog. Ninguém merece ficar sem net...



Escrito por Franklin às 16h21
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Pois é. A figura já dá um gostinho do assunto deste post. Todos querem ser bonitos, inteligentes,
ricos, etc. O problema é que não queremos ser ricos, bonitos ou inteligentes. Na verdade, a maioria
quer parecer ter estas qualidades, mas não estão dispostos a pagar o preço necessário. Todos devem
saber que as pessoas realmente bonitas (pelo menos a maioria) fazem exercícios regularmente,
fazem refeições balanceadas em horários rígidos, cuidam muito bem do cabelo e da pele. Não é
diferente das pessoas tidas como inteligentes. Muitos passam anos estudando, lendo, se interessando
por diversos assuntos. Apesar de todas estas qualidades levantadas terem relação com DNA (inclusive
riqueza, rs), a maioria das pessoas não nasce inteligente ou bonito. Mesmo se acontecer, se essas
qualidades não forem cultivadas, logo deixaram de ser percebidas, pois deixaram de existir.
Portanto, é preciso verificar o que existe por trás destas qualidades. Para sermos bonitos, temos que
alcançar a beleza, fato conseguido com muita força de vontade e folhas ao invés de bifes suculentos.
Para sermos inteligentes, temos que alcançar a inteligência, fato conseguido com a ginástica cerebral.
Ler e estar atento as mudanças de modo geral pode ser uma das primeiras dicas para este processo.
Inclusive, está mais que provado o fato de podermos aumentar nosso QI (quoeficiente de inteligência)
atráves de exercícios mentais, assim como a TV transforma pessoas normais em completos debilóides
(talvez isso ainda não esteja provado, rs, mas é questão de tempo).
O lance é perceber o que há por trás de um belo corpo (desconsiderando remédios, silicones ou coisa que valha)
e avaliar se vc está disposto a pagar o preço. Muitas vezes é preferível um gordinho de bem com a vida a
alguém magro e com fome, além de triste (como é muito comum).


*Ficou sem título mesmo, relaxa!



Escrito por Franklin às 15h45
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Pelo vão dos dedos....
Pelo vão de nossos dedos se vai:
a juventude, em meio a drogas e extrema pobreza...
o Amor, assassinado diariamente com atos, palavras, desprezo...
a família, nas brigas mesquinhas em busca de atenção...
o afago da mãe, diante da correria do dia a dia...
e assim a vida se esvai de nossas mãos,
como areia fina em um dia de vento intenso.
Infelizmente, só compreendemos aquilo que já se foi.
Enquanto isso, outras riquezas que nem imaginamos
vão se esvaindo. Só nos daremos conta, quando perdê-las também.
Afinal de contas, tudo tem seu ciclo, portanto tudo que existe
precisa um dia acabar.



Escrito por Franklin às 17h51
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Tá louco, meu chefe é um idiota!!!!

                             

A pergunta é: quanto tempo na companhia dele vc ficará tão idiota quanto?
Pode parecer absurdo, mas se prestarmos atenção, essa é uma verdade.
De alguma maneira, ficamos com as mesmas características das pessoas que estão ao nosso redor, não importando o quanto gostamos destas características. Só existe uma forma de não nos tornarmos igual a eles: FUGIR!!!
Porém, há interessantes curiosidades nesta história toda.
O grande problema é o fato desta mudança acontecer de forma muito lenta e progressiva. De forma geral, apenas os damos conta quando já estamos bem parecidos e fazendo as mesmas coisas. Normalmente, quando estranhamos ma atitude diferente das que normalmente teríamos ou por termos sentimentos diferentes dos habitualmente sentidos.
Vamos imaginar duas pessoas com comportamentos diferentes a respeito de uma mesma questão. Pode ser a relação com dinheiro em um casal, por exemplo. Se a mulher é esbanjadora e o cara econômico (escolhi um exemplo pouco comum), a tendência é que ambos passem a ser esbanjadores e não o inverso. De alguma forma, as coisas tendem a se dirigir para baixo, assim como a força da gravidade. É muito mais fácil ser puxado por uma tendência negativa do que ser atraído por uma positiva. Quem está vivo há mais de 15 anos já deve ter percebido isso.
Evidentemente, o contrário acontece e sempre vai acontecer, porém é mais difícil.
Não é por acaso, que filhos costumam ter temperamentos parecidos com os pais, porém, existem características que marcam tanto os filhos, que as crianças crescem jurando que nunca repetirão os mesmos erros.
Portanto, lembre-se bem disso quando ver atitudes absurdas de pessoas com as quais se relaciona e procure se aproximar das pessoas das quais vc admira. A responsabilidade da pessoa que nos tornamos é apenas nossa, mas não temos controle sobre tudo que nos influencia. Por isso, tenha a coragem de fugir quando precisar.
Diga-me com quem andas e direi quem tu és.



Escrito por Franklin às 12h40
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A paz que eu procuro, está no silêncio que não faço.

                                       Boa, Pablo.

*Aos poucos que acessam este blog, me desculpem por estar ausente. Ando com algumas confusões em minha mente ultimamente.
Valeu.



Escrito por Franklin às 17h50
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                   Trabalho voluntário: resultado a longo prazo ou apenas auto-engano?


Perder parte do final de semana visitando idosos desamparados, crianças carentes, reformando barracos em favelas e coisas do tipo, faz algum efeito? Será que não "estamos" perdendo tempo?
Essa sempre foi uma questão a qual sempre pensei. A idéia de ajudar as pessoas, sempre foi uma das prioridade na minha vida, mas confesso: as vezes dá um baita desânimo. Muitas vezes a sensação de fazer papel de besta é inevitávelmente sentida diante do descaso de muitas pessoas. 
Mês passado, vi uma reportagem muito interessante ligado a este tema.
Quem faz trabalho voluntário com pessoas carentes, sabe da importância em levar esperança de uma vida honesta para estas pessoas. Uma tarefa muitas vezes muito difícil, mas não impossível.
Parece uma questão antagônica, mas na minha opinião, a melhor forma de trabalhar para si é trabalhar para coletividade. Pensar em si próprio pode parecer um bom negócio a curto prazo, mas é insustentável. Você trabalha, ganha dinheiro, cuida da sua família com todo zêlo e vêm alguém de quinze anos e mete um tiro na sua cara para roubar seu relógio de cem reais. Portanto, seria mais interessante se todos pudessem ter um emprego e andar de ônibus (além de um bom caráter, evidentemente). Tá bom,já saquei, vc é espertinho. Trabalha bastante, compra carro blindado, contrata guarda-costas e tal. Será que não nenhum amigo seu não se aproveitará da proximidade para realizar um ataque? Será que você atingirá seu objetivo vivendo assim? Será que as grades do presídio realmente lhe traria proteção... (Rappa). Enfim, não vejo uma forma sustentável de pensar em si sem trabalhar para todos. Mas a reportagem me fez pensar que é preciso pensar em si também. PENSAR EM SI É TAMBÉM É PENSAR EM TODOS. Nada mais lógico, se cada um de nós forma o todo, então se cada um cuidar de si, ninguém precisa cuidar de ninguém, mas infelizmente a coisa não é tão fácil assim.
A reportagem fala a respeito de uma tese de doutorado, onde o autor afirma que uma queda de 10% no número de filhos criados por mães solteiras provocaria uma redução de 5,1% na taxa de homicídios!!!! Já uma diminuição de 10% na desigualdade reduziria a taxa de homicídios em apenas 1,7%. E uma aceleração de 10% no ritmo de crescimento econômico teria um efeito de 1,2% sobre os homicídios. Sem noção! A questão de se verificar a relação entre homicídios e a taxa de natalidade de filhos sem pais é apenas uma forma de demonstrar como o violência cai, não quer dizer com relação a apenas as pessoas que morreram ou morrerão por decorrência disso. Se a taxa de homicídios cai, é um forte indício que os roubos, sequestros e etc, também cairam. Sugiro fortemente que leiam a reportagem (
clique aqui).
Quantas gravidez indesejadas conhecemos? Quantas vezes vimos a cena de famílias acabarem em função de problemas financeiros, crianças serem criadas sem carinho, fruto de falta de planejamento familiar. Com certeza, esta questão não afeta apenas pessoas desprovidas de recursos ou informações, até porque, muitas vezes o problema não é dinheiro, visto que o futuro de muitos adolescentes de classe média e alta são desviados pela simples presença de uma criança.
De
sta história toda, concluo o de sempre. A questão está no EQUILÍBRIO. Dosar a ajuda ao próximo sem descuidar da vida própria é o caminho.
O que NUNCA pode acontecer, é perder a esperança no ser humano. Achar que alguem não tem futuro por ter nascido em um lugar relativamente inóspito é o mesmo que pensar que todos os doentes do mundo morrerão, descartando todo o empenho de médicos, enfermeiros e tantas outras pessoas que lutam que salvar vidas e melhorar qualidade de vidas. Perder a esperança na humanidade é admitir a nossa completa incompetência, e isso com certeza não somos. Somos muito, mas muito capazes, talvez não queiramos fazer mais e melhor, mas com certeza PODEMOS.
E você, o que pensa disso tudo? Já definiu de que lado está?


*Lendo estas linhas, percebi o quanto pareço tranquilo, mas fiquem sossegados, ainda sou o mesmo.



Escrito por Franklin às 14h01
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