Mudei: pensenavida.wordpress.com
Mudei: pensenavida.wordpress.com Abraços
Escrito por Franklin às 14h53
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O Silêncios dos Mudos Umas das coisas que me faz muito bem é visitar sebos. Ficar horas folheando livros velhos e deixando os olhos despretenciosos correr pelos mais diversos títulos me faz esquecer totalmente da vida, principalmente pela possibilidade de poder levar vários livros sem ficar com a consciência pesada de investir em algo que nunca será lido. Num desses últimos finais de semana, pude com alguns trocados conversar com pessoas (afinal o que seria um livro além da história contada por seu autor?) que nunca conheceria se não fossem algumas traças e desinteresse dos antigos donos pelos títulos que adquiri. Além de alguns exemplares da coleção vagalume, que comprei muito mais pelo saudosismo da minha infância, um título me chamou a atenção. Seu título é O Silêncio dos Mudos. Salvo os títulos contraditórios que sempre me atraem, uma frase vez a diferença para que eu ficasse alguns trocados mais pobre. A frase é: a vida de todos os homens se resumem a três ou quatro histórias que se repetem com o passar do tempo. O livro trata da história de Nicolau, um homem de 47 anos que depois de anos trabalhando como lavador de pratos em um simples restaurante, vê seu emprego ameaçado quando vê seu empregador negociando a compra de uma máquina lavadora de louças. Desnorteado pela perspectiva de ser substituído por uma máquina, esse homem vai se embreagar e acabar a noite nos braços de uma prostituta. Sinceramente, o livro não é nenhuma grande obra, apenas relata uma realidade diferente e idêntica a nossa, principalmente pelo fato de como lidamos com as ameaças irreais que nos assombram e os reflexos desta nas outras faces de nossa vida. Ler O grito dos Mudos foi como ver muitas das minhas histórias como telespectador, sentado nos bancos de rodoviárias, ônibus ou no sofá de casa, em algumas das minhas noites sem sono. O Silêncio de pessoas simples que realizam funções tidas como braçais é algo de exterma sabedoria, para quem sabe a importância do serviço que realiza. Nicolau sabe que a saúde dos clientes do restaurante e de seus colegas de trabalho passa literalmente pelas suas mãos. Restos de comida são lugares onde bactérias se reproduzem, portanto pratos mal lavados é fonte de doenças e ameaça a quem os usa. Nessa perspectiva, Nicolau se vê injustiçado pela possibilidade de ser substituído por uma máquina destituída de compaixão e pensamentos. A máquina seria realmente utilizada para lavar a louça, mas é Nicolau quem vai operá-la, num reconhecimento ao homem que sempre chegou antes de horário e fez seu trabalho com apreço e dedicação. Depois dessa revelação, esse homem é uma nova pessoa. A luta foi vencida e Nicolau volta para o casa sabendo que o sustento da família está garantido.
Lição de casa: Qual das três ou quatro clássicas histórias de todos os homens se repetiram na sua vida? Quais são medos irreais que temos?
O mineiro chega no bar e vê a placa: -Pinga: R$2,00 -Pão de queixo: R$2,50 -Punhetinha bem gostosa: R$5,00 Uma menina bem bonitinha vem em sua direção e pergunta como poderia serví-lo. Ele pergunta se é ela quem "serve" a tal punhetinha e ela afirma com gosto, como quem tem orgulho da profissão que exerce com esgrima, já colocando a mão sobre a coxa do homem. É então que ele fala: -Então me faz o favor de lavar bem as mãos e me servir um pão de queijo, faz favor! Kakakakakakkakakakakaka HuAHuaHua rsrsrsrsrsrsrsrrs Eu sei que vcs gostaram!
Escrito por Franklin às 17h12
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Nossa Lição de casa Sabemos que ciência de modo geral caminha a passos largos (daria para escrver uma bíblia a esse respeito) e sabemos tirar bom proveito disso. A prova são celulares com mp3 players, GPS, etc., as calculadoras com alto poder de resolução de problemas, o aumento exponencial da velocidade dos computadores com o passar dos anos, dentre inúmeras outras facilidades que a tecnologia nos proporciona, chegando até a interferir no nosso tempo de vida. E vamos além. Parte do que era ficção agora é passado ou questão de tempo (não vejo a hora de sair a máquina de viajar no tempo, tenho uma poupança guardada só para comprar isso. rs) Crer na ciência (guardada as devidas proporções) é algo fácil, pois cada vez mais os resultados aparecem. Essas conquistas são facilmente alcançadas pela grande maioria, apenas e tão somente porque não dependem de nós, basta que tenhamos dinheiro para comprá-las ou paciência para esperar baixar o preço, se fizer moda (dá pra fazer crediário também). O fato é que existem tarefas que ninguém pode fazer por nós e vejo um sério problema aí. As respostas para as perguntas mais importantes de nossa vida não podem ser compradas, muito menos estão nos best-sellers em todas as livrarias do país. Perguntas como: O que fazer da vida? Quem realmente sou? O que me faz feliz? Como ser melhor? só podem ser discutidas pessoalmente por si só (imagina, nada redundante!). A própria filosofia, que é a ciência da sabedoria, não pode nos ajudar muito nesse aspecto. Parece haver uma barreira muito bem definida entre o saber individual e o saber coletivo (quando alguém descobre, publica e todo mundo pode fazer igual). A diferença pode ser facilmente definida. O saber coletivo é esse que buscamos nos mestrados, doutorados e/ou coisa que valha. São comportamentos do mundo (natureza), comum a todos os seres, mesmo que não saibamos disso. Aqui buscamos entender melhor o mundo para tirar melhor proveito dele, sendo na previsão de fenômenos ou na sua alteração. Quem tem bastante desse conhecimento, é capaz de resolver problemas mais complexos, pois tem mais ferramentas para manuseá-las. Normalmente possue padrões de vida melhor, que a maioria, já que sua capacidade de resolução de problemas (ALHEIOS) é maior. O saber individual trata de um universo igualmente infinito e tem relação direta com as experiências vividas e aprendidas (não necessariamente nessa ordem). Pode ser medido através dos valores adotados para a vida de cada um ou também como a pessoa trata os outros e as coisas a sua volta. Não necessariamente possuem maior poder aquisitivo, mas as pessoas gostam de estar ao seu redor e deve (?!?! rs) ter mais amigos verdadeiros (que possuem os mesmos valores). A diferença entre saber individual e coletivo fica muito clara quando colocamos dois sujeitos submetidos as mesmas condições, como por exemplo, uma imagem de uma mulher. A ciência pode identificar ativação no cortéx visual, verificar como a luz atravessa as passíveis membranas do cristalino, como o nervo optico conduz isso até o cérebro, etc ... Até aí tudo funciona razoavelmente igual nas duas pessoas, tomando se como premissa que ambas não possuem problemas de saúde. O fato é que para cada pessoa essa imagem terá uma interpretação diferente. Um pode lembrar da mãe ou um amor perdido e ficar extremamente emocionado, podendo até chorar. Outro pode ficar com extrema raiva pelo fato de não poder conhecer a mulher da foto ou dependendo do grau de testosterona do sujeito, ficar excitado. Tudo pode acontecer! Evidentemente, a resposta do organismo será diferente para cada interpretação e TODO o corpo responderá ao que foi processado na misteriosa caixa preta da mente de cada um. Essas coisas a ciência não pode prever, pois não consegue tratar. Cabe a cada um descobrir-se e com isso viver melhor. Vivemos cada vez mais, mas infelizmente cada vez menos não sabemos o que fazer com nossa vida. Conhecer a si mesmo, do nosso clássico Sócrates nunca esteve em tanta evidência e tão fora de moda. Vejamos abaixo um parágrafo de um dos diálogos (livro:Fédon) de Sócrates (469–399 a.C.!!!). Eu, de minha parte, não disponho de tempo para sua empresa e digo-lhe o porquê, meu amigo. Eu não pude, até esse momento, conhecer-me a mim mesmo", como a inscrição em Delfos recomenda e enquanto durar essa ignorância, parece me ridículo investigar por assuntos remotos e alheios. Consequentemente, não me preocupo com tais coisas, mas aceitos as crenças correntes sobre elas e dirijo as minhas investigações,como acabei de dizer, a fim de descobrir se sou de fato uma criatura mais complexa e inflada de orgulho como o próprio Tifão, ou um ser mais gentil, mais simples, que os céus abençoaram com uma natureza serena e não Tifônica.
Espero que tenha sido tão bom pra vc, quanto foi para mim 
Escrito por Franklin às 22h35
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A Existência Humana 
Muito já foi comentado e pensado a respeito da razão da existência humana e nunca vi ou ouvi falar de alguma conclusão convincente, mas isso não me impede de expor minhas opiniões e devaneios a respeito do assunto. O primeiro passo dessa história é tentar entender que importância isso tem na prática, ou seja, porquê buscamos razão para nossa existência? Só podemos definir o que é passado e futuro se soubermos onde é o presente. Precisamos sempre de uma referência para cada opinião que temos. Para definirmos como chegar é primordial sabermos onde pretendemos chegar. É aí que a relação se faz importante. Se não sabemos porque vivemos, como definir como viveremos? A regra geral quando se está perdido é tomar consciência do presente, avaliar o passado e projetar o futuro, mas se não sabemos a razão da existência, como podemos saber no que devemos nos transformar? Acho que aí está a razão (pelo menos uma delas, rs) da míséria humana em todos os seus aspectos. Estamos "livres" para sermos qualquer coisa, então, tudo vira relativo e passamos a viver apenas por instinto humano, que vai muito além de continuar vivo e perpetuar a espécie. Se não há razão, tudo é possível bastando boas desculpas e aspectos culturais para apoiar o processo. Por isso ouvimos com frequência frases como: isso sempre foi assim, dentre outras. Bom, definido a importância, podemos expor algumas possíveis e teóricas formas de como chegar a essas respostas, lembrando que todas que conheço são fracassadas. As religiões, de modo geral, respondem a essa inquietação com propostas dogmáticas, ou seja, vivemos com o objetivo de nos polirmos para atingirmos o reino dos céus ou coisa que valha. Nesse conceito, a vida seria como um campo de treinamento, onde ficaríamos até ficarmos bons o suficiente para passar a fase do paraíso. Seria uma troca justa? Passar uma vida longe dos objetivos mundanos e ganhar a vida eterna no paraíso. Quem sou eu para contrariar, mas nunca houve nada que me fizesse convencer da veracidade dessa história. A maioria das pessoas com quem conversei a respeito afirmam que não há objetivo coisa alguma. O negócio é baixar a cabeça, fazer grana e viver bem sem fazer mal a ninguém. É o que a maioria faz, ou pelo menos tenta na medida do possível. Talvez a potencialidade humana esteja muito acima de ter apenas um propósito. Nesse caso, seríamos potencialmente tão versáteis que qualquer que seja a razão da existência de cada um poderíamos alcançar, desde que uma boa estratégia fosse traçada e cumprida. Esse "modelo" não propõe uma razão para a existência humana e sim para cada ser individualmente. Por outro lado, quando se pensa em razão para a vida, automaticamente pressume-se a existência de alguma força superior que idealizou ou criou essa necessidade e nos criou com o objetivo de chegarmos a suprir essa necessidade. Seria como a caça a um tesouro desconhecido com muitos mapas que se contradizem. Evidentemente, não tenho as respostas para essas perguntas, mas tenho idéias para que um dia cheguemos a elas. A saída estaria na possibilidade de um desenvolvimento sustentável (acho que já comentei isso aqui). Em outras palavras, criar formas de desenvolvimento nas mais diversas áreas sem penalizar outras, como a natureza ou outras pessoas. Dessa forma, mais pessoas poderiam publicar em seus blogs, livros, conversas, etc., suas indagações e pontos de vista a esse respeito. Quando alguém chegar a alguma conclusão, seria publicado algum artigo em algum congresso de filosofia e colocado a prova pelos especialistas da área. Isso é "utópico", mas seria uma saída coerente para qualquer que seja nossa resposta. Além de corroborar para o grupo dos instintos, pois ajudaria a perpetuar a espécie sem precisar trocar de planeta, pelo menos antes dos próximos 2 bilhões de anos, rs. Seria a lição de casa de manter a possibilidade que as próximas gerações tenham pelo menos as mesmas chances que tivemos para pensarem e responderem essas e outras perguntas. Creio cada vez mais sermos como qualquer outro ser da natureza. Com a única diferença de tentar achar razão em tudo (pura idiotice??). Por outro lado, se temos a capacidade de questionar, talvez tenhamos a capacidade de responder (e quem disse que as formigas não questionam???).
Esse é um assunto para muita cerveja, rs.
Escrito por Franklin às 02h12
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Pra quem não sabe, eu perdi uma graninha na bolsa de valores no último ano. Aprendi muito com isso, mas paguei caro pela lição, assim espero. Segue uma espécie de lição para quem pensa que comprar ações de boas empresas boas e dormir tranquilo é um bom negócio. Enjoy it!
Veja... Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da Nortel Networks, um dos gigantes da área de telecomunicações, hoje teria R$ 59,00! Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da Lucent Technologies, outro gigante da área de telecomunicações, hoje teria R$ 79,00! Agora, se você tivesse, em janeiro/2006, gasto R$ 1.000 ,00 em Skol (entenda: em Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudo e vendido somente as latinhas vazias, hoje teria R$ 80,00!!! Conclusão: No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado e bebendo cerveja o dia inteiro... MAS É IMPORTANTE LEMBRAR: QUEM BEBE VIVE MENOS... a) Menos triste; b) Menos deprimido; c) Menos tenso; d) Menos p... da vida! Pensem nisso... e... Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama! Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas! QUE EU VENDO TUDO!!
*Eu prefiro beber junto e ajudar a pagar a conta. ;)
Escrito por Franklin às 22h10
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As coisas tem a cara do dono! É incrível como as coisas das pessoas tem a mesma cara de seus donos. Tem um episódio que eu nunca esqueço. Era começo da década de 90 e meu vizinho tinha comprado uma belina II, ano oitenta e alguma coisa. Para a casa dele, o carro era uma sensação, já que o antigo carro dele fora uma brasília setenta e alguma coisa. O fato é que quase todas as vezes que ele precisava do carro, este não pegava. O carro datava do começo da era dos carros a álcool e por isso, tinha o sério incoveniente para "pegar", mesmo injetando gasolina. Presenciei várias vezes o filho do meu vizinho empurrando aquele carro, inclusive em dias de chuva, enquanto seu pai se irritava no interior do carro na tentativa de fazê-lo pegar. Depois de algum tempo, meu vizinho inventou de passar o carro de álcool para gasolina. Breve ilusão. Mesmo assim, o carro continuou apresentando problemas para funcionar. O fato é, que de modo similar, esse meu vizinho tinha os dias de loucura e saia quebrando tudo e brigando com as pessoas, principalmente com a própria família. De alguma maneira, os aspectos do dono se manifestam em seus pertences de forma muito fiel. De modo similar, um colega de infância meu tinha sempre suas coisas quebradas, as roupas ligeiramente sujas e rasgadas. Hoje em dia ele evoluiu de vida, tem um emprego legal e tal, mas sempre comenta que tem coisas quebradas em casa, seu carro tem pequenos defeitos, etc. De forma muito parecida os departamentos se manifestam. Cada departamento tem a forma da pessoa que o gerencia. Empresas idôneas costumam ser lideradas por pessoas honestas e sérias, o que nos leva a crer que as empresas de telefonia celular devem ser diridas por criminosos do nipe de Fernandinho Beira Mar (podecrê)!! Resumo do post, transpiramos o que realmente somos. Mesmo os melhores atores não conseguem sustentam a máscara do que efetivamente não são.
Eu já tive cada vizinho, viu. ;)
Escrito por Franklin às 20h55
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Nunca conheci quem tivesse tomado porrada. Todos parecem lindos e joviais no orkut. Niguém tem câncer, gordura localizada ou uma sequer mancha na cara. Nem enchem a cara por não ter a mulher ou homem , carro ou emprego que imaginam. Cadê meus amigos humanos? Lembram de como são eles? Aqueles que choram de saudades, de amor, de tristeza? Os que perdem emprego, casa e precisam de ajuda. Todo mundo odeia acordar cedo a cardemdiar o dia todo. Contrasenso?!?! Só eu passo um dia ou outro sem tomar banho? Todos meus conhecidos tem a receita ideal para conseguir dinheiro e conquistar a a gatinha da moda. Devo realmente ser um ser inferior. Talvez mais pobre de espírito, sei lá. De duas uma. Ou o mundo tá louco ou estou realmente fudido. Talvez seja os dois ...
Inspirado no poema: Poema em Linha Reta de Álvaro de Campos
Escrito por Franklin às 13h29
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O título vc escolhe Esses dias eu estava pensando (tem sido cada vez mais raro esse fenômeno). O Homem foi a lua, mandou robôs a marte, conhece muitas e muitas coisas como o átomo, luz, etc. Para chegar a essas descobertas, muito foi exigido de cérebros de pessoas, digamos ... ilustres. Não pense que a maioria das descobertas foram feitas por um grupo de pessoas. A grande maioria das descobertas foram feitas por pessoas isoladas. Não necessariamente pessoas que vivem fora da comunidade, mas que trabalham quase sozinhas pesquisando, estudando, etc. Sem dúvidas, a mente humana não tem limite algum. O fato mais interessante é que esses cérebros eram e são muito parecidos com os nossos, 80 % formado de água. Então, como podemos nos submeter a pensar 8 horas por dia em colocar dinheiro no bolso de nossos patrões? Isso é algo meio punk ou estou viajando? As profissões mais importantes são as menos recompensadas financeiramente, acho que aí está um dos x dessa maldita equação. Achamos um completo absurdo a escravidão, mas será que esse também não seria um tipo nato de escravidão? Muitas vezes me pego pensando nisso. Como pode alguém se sujeitar a trabalhar para outra pessoas? Será que quando essa relação se estabelece, fica claro a incapacidade de se trabalhar para si mesmo? Além disso, fica claro que não temos sonhos próprios e por isso precisamos trabalhar nos sonhos alheios?????? Essas indagações não saem da minha cabeça, além de muitas outras evidentemente. As dúvidas estão na minha cabeça na mesma proporção que a água, rs. Eu acredito que 90% das pessoas trabalham por dinheiro e não por acreditar no próprio trabalho. Aí faz sentido trabalhar para os outros. Acredito que cada trabalho tem uma função na sociedade. É como se cada um de nós funcinasse como uma célula no nosso organismo, cada um desempenhando seu trabalho, sua função. Ao invés de pensarmos no no bem estar do ser, pensamos apenas nos nutrientes e oxigênio que podemos receber. Quando vem uma crise mundial, entramos logo em redução de gasto de energia e se o Obama das células não desempenhar bem sua função, entramos logo em processo de autólise, rs. Pelas mãos dos graçons e cozinheiros passam o alimento que dará saúde para as pessoas que irão consumir a comida por eles preparada e transportada, fato imprescindível na manutenção da vida. Nos projetos de engenheiros surgem novas soluções para transportes mais eficientes, limpos, acessíveis, etc . Mas quando descubro que sensodine é pasta dental anestésica, e, por isso é indicada para pessoas com sensibilidade dental, sinto que estamos perdidos. O fato é que, seja qual for motivo da sensibilidade, as pessoas continuam com o problema, apenas não o sente mais, pois a pasta anestesia os dentes. Quando trocam de pasta, passam a sentir o problema e voltam a pagar o dobro do custo de uma pasta normal. Sacanagem PURA!!! É claro que deve ter casos onde é indicada, mas não como a idéia é vendida na TV. Acho que esse pode ser um grande diferencial para qualquer pessoa. Descobrir a principal função da sua profissão no contexto geral. Assim, coisas como fofoca, intriga, etc ... ficam pequenas perto do que realmente interessa e fica mais fácil definir o que é certo e errado. Afinal, são essas definições que nos caracterizam. Trabalhar para os outras pessoas pode fazer parte de algum plano, aí faz algum sentido. Pois ninguém com 18 anos sabe perfeitamente o que quer (nem com 28, viu?). Esse é um bom começo em busca de experiência e enquanto se define o verdadeiro papel na sociedade. Bye, amigos.
Escrito por Franklin às 22h49
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A paixão por Automóveis A paixão por automóveis do brasileiro (não sei se no resto mundo é assim) é evidente. Muitas crianças sabem nomes de vários carros antigos e alguns arriscam expressões como conjunto óptico e power train. Eu fui um deles. Desde pequeno só tinha uma parte do jornal que eu lia religiosamente toda semana, o caderno Autos e acessórios do estadão. Simplesmente adorava carros. Meu sonho era ser piloto de fórmula um, até que meu pai comentou que eu precisava arrumar patrocínio ou arrumar alguém que acreditasse nisso. Foi aí que liguei, sem sucesso, para o show da xuxa. Cursei durante dois anos o SENAI, imaginem o curso. Isso mesmo, mecânica de automóveis. Depois de 6 anos me formei em engenharia mecânica automobilística, sendo que estagiei na FORD e VISTEON. No final de toda essa tragetória automobilística, tomei uma espécie de nojo desse assunto. Precisei estudar e trabalhar na área para descobrir que o carro está para o mundo, assim como as drogas para os seres humanos. Pode parecer idiota e até radical, mas calma. Farei como sempre procuro fazer, deixar os fatos falarem por si. Como comentei a alguns post atrás, o rendimento médio de um automóvel é, quando muito, cerca de 25%. Ou seja, se vc enche o tanque com 100 reais, R$25,00 são usados para impulsionar o carro, o resto do seu precioso dinheiro é transformado em calor, dissipado pelo sistema de arrefecimento, barulho, desgate das peças, etc. O pior da história, é que ninguém está realmente preocupado com isso. O sujeito se preocupa muito mais se o carro tem vidros elétricos, do que verificar a segurança que este lhe proporciona ou quanto o carro consome. Evidentemente, existem tecnologias mais eficientes, mas isso demandaria um investimento pesado das montadoras, além de colocar por terra anos a anos de desenvolvimento dos motores de combustão interna. Por isso, gente grande não investe de verdade nisso. Outro disparate é a necessidade de carro 4 portas. 85% das pessoas andam sozinhas em seus carros em 90% do tempo de utilização do carro (dados levantados por pesquisas próprias a 4 anos atrás), então porquê manter as malditas 2 portas traseiras? Elas são responsáveis pelo acréscimo de cerca de 15% do peso do veículo. Ou sejá, vc anda com uma carapaça com 15 vezes o seu peso para poder se deslocar com relativo conforto. Isso não faz o menor sentido. Só no Brasil 40.000 pessoas perdem a vida por acidentes de trânsito (dados levantados, devem morrer muito mais). Sem contar a poluição causada em todos os sentidos, já que além de poluir o ar e água, cada vez mais carros entulham as grandes cidades e nós sabemos muito bem disso. Diz aí, tem burrice maior do que esperar o sinal verde de um semáforo onde ninguém vem no sentido transversal? E se vc arrisca a passar, pode ser autuado como um infrator!!!! É mole?? Definitivamente o automóvel passou a ser objeto de status social. Se eu realmente quisesse construir objetos de glamour, seria designer, pintor de quadros ou coisa que valha. Um carro tido como popular deveria custar uns 100 mil reais, sendo que 50% deveriam ser impostos que incentivasse o transporte público. Assim poderíamos confiar mais em nossos ônibus e ampliar as linhas ferroviárias, essas sim, uma excelente alternativa para a solução do transporte público, pois além de não poluir diretamente, tem uma relação de peso próprio/peso de ocupantes mais viável, além de não poluir. Ah! Eu quase esqueci de comentar. A energia que alimenta rádios, MP3, luzes e celulares ou GPS carregados pelo esqueiro, vêm do combustível, já que essa é a única fonte de energia do automóvel. Quando vc compra um carro com vidros elétricos ou outra besteira do tipo, saiba que ele consome mais que um carro que não tivesse. O mesmo pensamento pode ser extendido para carros mais pesados, como os 4 portas. É claro que a diferença não é grande, mas existe. De pouco em pouco a galinha esvasia o saco, assim como o carro esvasia o tanque. As vezes precisamos estudar algo muito tempo para perceber que não faz nenhum sentido.
Escrito por Franklin às 19h21
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O Silêncio dos Amantes 
Na esteira das críticas de livros, segue mais uma a respeito desse livro da Lya Luft. Pra quem não sabe que DF significa Distrito Federal (rs), Lya Luft é uma escritora gaúcha que escreve basicamente com um assunto central, a família, com toda grandiosidade e miséria que esta palavra pode significar. Ganhou em 2001 o prêmio União Latina de melhor tradução técnica e científica. Devo confessar o fato de ser enganado pelo título. O Silêncio dos Amantes me parecia ser tratado, pensado, discutido, bem como suas razões, consequências, etc., mas não é assim que é. O livro traz 20 contos com o tema central do silêncio entre pessoas que supostamente (mas nem sempre) se amam. Histórias de família de modo geral, como a relação filhos e pais, marido e mulher e a relação muitas vezes desarmoniosa entre os idosos e o resto da família, quase sempre pela ótica feminista, mas nem sempre equivocada. Os contos são mais curtos do que de costume, durando cerca de 5 páginas os mais longos, fato que não possibilita riqueza de detalhes da história, mas que cumprem seu papel de relatar superficialmente o palco em que o silêncio se instala, sendo que na maioria das vezes o caos finaliza ou começa pela morte do personagem central. Realmente o silêncio entre pessoas que se amam ou pelo meenos convivem juntos pode selar muitos acordos, inclusive alguns malígnos. O fato é a como cada um escolhe tratar internamente o assunto. Os mais fortes tentam a todo custo amenizar a situção, buscando conversas e soluções, mas na grande maioria das vezes o silêncio gera planos para a vingança, que muitas vezes é comido muito frio. Pessoalmente eu não gostei, pois não queria ler um monte de histórias curtas, queria ler a respeito do tema principal como uma forma de discussão, entrando em seus pormenores, suas causas mais comuns, etc. já que uma senhora escritora desde 1980 (ano em que nasci. Peço encarecidamente que não façam a conta) com certeza tem uma experiência muito maior que a minha nesse sentido, principalmente no que tange o fato da morte, já que meus entes mais queridos estão todos vivos e penso em como lidar quando nossa única certeza chegar. O silêncio parece ser uma forma de auto-proteção. A escolha por não se pronunciar diante de fatos ou até mesmo a escolha por não escolher. Ainda acho que a melhor situação é mesmo resolver o problema, nem que seja destruir a relação se assim for necessário, mas fingir que nada acontece e empurrar com a barriga parece ser o começo de problemas muito maiores. A distância entre as pessoas pode ser transformar em abismos que oferecem riscos a ambas as partes. Embora todos procurem a felicidade, acho impossível não cairmos algumas vezes nessa armadilha de nos calarmos, nos protegermos até de nós mesmos. Uma frase muito interessante que li outro dia, é o fato de que muitas fortalezas nascem de fraquezas. Está aí uma excelente possiblidade de tornarmos nossas relações mais fortes, tratando os sorraeiros pensamentos e sentimentos que calmamente assassinam nossos entes com gestos, palavras e as malditas omissões.
Me parece que fui redundante nesse post. Foi a frustada tentativa de explicar algo mal resolvido em minha mente. Espero não ter sido muito chato. Parece que achei uma fábrica de posts. 
Escrito por Franklin às 15h01
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APRENDENDO INTELIGÊNCIA 
Resolvi registrar uma espécie de crítica dos livros que leio e começarei pelo que intitula esse post. Como a principal razão desse blog é a discussão dos assuntos levantados, o objetivos dessas críticas segue a mesma linha, a de achar pessoas que leram o mesmo livro e queiram levantar questões interessantes, além de incentivar outras a lerem os livros levantados. É díficil emitir uma opinião sensata a respeito do livro de um autor que é praticamente um herói para mim, mas vou tentar. Primeiramente, o Profº Pierluigi Piazzi foi um professor ímpar na minha formação principalmente em virtude da sua inteligência. Sua aula era como um passeio no bosque da física, mas vamos ao que interessa. Italiano naturalizado brasileiro, se identificou cedo com a didática e até hoje, com cerca de 60 anos, continua lecionando. O livro se baseia no fato de que a inteligência pode ser desenvolvida, contrariando a idéia de que nascemos inteligentes ou não. O objetivo é falar com o público adolescente, portanto os detalhes são superficiais e cheio de figuras, mas atingem com destreza o objetivo que é ensinar a metodogia para tornar as pessoas mais inteligentes. O grande segredo se resume em estudar, todos os dias, o conteúdo aprendido na escola. Aula dada é aula estudada no mesmo dia, antes de dormir, pois no processo do sono, parte das informações adquiridas são apagadas e apenas as informações que possuem algum apelo emocional são guardadas. Estudar a tarefa no mesmo dia é como avisar o cérebro que aquela informação é importante, e por isso merece ser guardada. Para quem já teve aulas com ele, é como se visse nosso professor na frente do quadro verde (no meu tempo de escola era verde e não branco). Foi como voltar no tempo e me colocar na sala de aula em 1997. Um detalhe muitíssimo importante que o autor toca, é a relação entre prazer e dor. Nas coisas benéficas, a dor costuma vir primeiro, nas maléficas a reciprocidade inversa ocorre. Parece haver um sentindo natural nas coisas. Trabalho (dor) primeiro e apenas depois recompensa (prazer). [PAUSA PARA PENSAR NOS SEUS EXEMPLOS] O Profº Pier toca no fato de como as informações são armazenadas no cérebro, justificando a metologia de estudar todos os dias com argumentos fisiológicos do funcionamento do cérebro humano. O livro também traz algumas estratégias de como iniciar o mundo da leituras nas crianças e adolescentes, inclusive trazendo algumas estórias pessoais pouco aplicáveis. Este é o primeiro livro de uma série de mais dois, onde os outros são direcionados para pais (Estimulando Inteligência) e professores (Ensinando Inteligência), com orientações de como ensinar e desenvolver a inteligência dos seus pupilos. O resultado é um livro que ensina a estudar, fato que parece fácil e banal, mas não é. Estudar não é outra coisa senão o uso disciplinado e livre das capacidades críticas que todos possuímos, e que constitui o único meio de escapar à aceitação acrítica das frases delirantes e fáceis. Espero que este pequeno livro estimule o leitor a libertar-se da aceitação idiota de estudar apenas para passar na prova, ajudando assim nossos jovens a entrarem ativamente e positivamente no mundo fascinante das ciências.
Gostaria muito de ver o livro na lista dos mais vendidos do Brasil. (Sonho meu?)
Escrito por Franklin às 13h02
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O Mundo é das Mulheres  Cada vez mais estou convencido disso!! A geração que resolvia tudo na porrada, acabou. Os filhos que respeitavam cegamente seus pais até os 30 anos morreram. Ainda bem. O mundo está mudando, galera!!! É claro. É claro que nada é ruim ou bom a não ser que hajam interesses. Em todos os casos, as coisas apenas são! E essa é mais uma. A anos vestimos e usamos o que as mulheres e os homosexuais ditam, inclusive, essa última "classe", vem ganhando e tem de tudo para ganhar cada vez mais espaços. Duvida? Quem usava pochete na década de 80? Calças cargos e papetes nos foram apresentados por eles. Hoje em dia, dificilmente vemos uma bermuda sem bolsos a tira color costurados na lateral das pernas da molecada. Quem vc acha que lançou essa moda de cara fortinho usando roupa apertada? Quantos caras fortes ou tentando ficar forte tem por aí? Os pançudos assumidos estão em extinção, estamos morrendo, rs. Principalmente do coração. O que quero dizer é que os homens de modo geral estão cada vez mais perdendo espaço, portanto, o mundo tende a ser mais bonito, clean e menos eficiente. O que é ótimo ao meu ver, já que pelo menos teremos um mundo mais harmônico, pois eficiência e inteligência não é algo que costumamos ver com frequência (a trema caiu mesmo!). Ainda duvida de mim? Olhe a maioria dos nossos hábitos! o que dizer de um ser que acorda todos os dias e anda sozinho num carro 4 portas de mais de 1000kg que suja, em todos os sentidos, o mundo que vivemos? Conhece alguém assim? E isso não é tudo. Esse ser ainda costuma lavar esse mesmo carro todo final de semana. Percebe o paradoxo? Quantos litros desse líquido sagrado são desperdiçados para limpar uma máquina de aproximadamente 30% de eficiência (isso mesmo. Se vc enche o tanque com R$100,00, quando muito, apenas R$30,00 são usados para movimentar a roda do seu carro) que polue o ar, causa engarrafamentos, mata um monte de gente, etc. Quer mais paradoxos? Olhe ao redor. Pense na burra maneira de como somos ensinado nas escolas e como transportamos containers e grão pelo Brasil a fora, dentre outros absurdos. Esse mundo é mutíssimo complexo, mas uma coisa que não tem é lógica. Isso não tem mesmo. Pelo menos o comprotamento humano. Sinceramente, acho que isso deve melhorar com as mulheres assumindo melhores posições na sociedade. Talvez seja a vez da sensatez tomar espaço no breve filme da existência humana, já que as mulheres estão estudando cada vez mais que os homens, de modo geral. Só lembrando que estudar não significa frequentar a escola, faculdade ou coisa que valha. O lance é estudar, seja e, casa, na escola, no ônibus, anywhere. Resumo da ópera: se tu é mulher ou homossexual, vai na boa. O tempo conspira a seu favor. Agora se tu é machão e tals, trata de entender as mulheres e entender o lado daqueles seus amigos suspeitos, não esqueça daquela tiazona que nunca foi vista com nenhum namorado. Você vai precisar deles, principalmente quando precisar de um aumento de salário.
Escrito por Franklin às 18h24
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O Ecossistema das Relações
É incrível como produzimos ao estarmos felizes! Domingo eu estava conversando com minha irmã, essa pessoinha de pouco mais de um metro e meio e cerca de 40kg, mas que possui lugar grandioso no meu coração, e descobrimos coisas interessantes, assim acreditamos. Conversávamos a respeito da relação entre as pessoas, mais especificamente da nossa família. O papo todo começou quando procurávamos encontrar justificativas e padrões para comportamentos e desentendimentos entre alguns de nós. De forma análoga a um ecossistema, as relações humanas seguem o mesmo príncipío. Parece haver uma símbiose nas relações, de modo que existe a relação perfeita entre cada par de pessoas no universo. Isso mesmo! Existe uma "distância" perfeita entre as pessoas, quanto mais distante dessa distância ideal, menos frutos somos capazes de colher da relação, consequentemente a possibilidade de termos mais problemas é maior, mas não necessariamente. Essa medida é determinada pelo temperamento das duas pessoas, sendo que, portanto, pode variar com o passar do tempo, já que mudamos dia após dia em função das influências que nos cercam. Isso fica melhor explicado quando alguém fica com um amigo. Se a amizade anda de vento em poupa, é natural, muitas vezes, imaginar se a relação não poderia "evoluir" para um namoro ou coisa que valha. De forma inversa, um casal que enfrenta problemas tende a ficar mais distante um do outro, distanciando se assim da distância perfeita, de modo que o resultado dessa história não costuma ser bom. Nos parece (falo também pela minha irmã, que concordou comigo enquanto eu tentava expor algumas destas conclusões) que a chave do nosso sucesso está em descobrir a distância ideal para cada pessoa, mesmo as aparentemente mais distantes. Uma vizinha minha (na verdade da minha mãe) me comentava que ao passar do ponto de ônibus o qual queria descer, tentou convencer o motorista do ônibus a abrir a porta do ônibus, que se encontrava parado no semáforo**. Ao tentar persuadí-lo de forma sutil (típico da alma feminina, rs): -Por favor, meu lindo. Poderia abrir a porta pra mim? Foi respondida com uma simples e singela frase: -Só no ponto!! Ela, como sempre muito gentil e educada, respondeu: -Pois não, meu querido. Muito obrigada e bom trabalho ao senhor! E no outro dia voltou a cumprimentá-lo com muita simpatia e discrição. Eis que então, a partir deste dia, o motorista passou a reconhecê-la nas viagens e a deixá-la todos os dias em frente ao trabalho dela, que obviamente não é ponto. Que engraçado, não? Quando ela precisava, ele não atendeu, mas devido a sua simpatia e educação, resolveu agradá-la e deixar, ela e seus colegas de trabalho, em frente ao fórum. Essa é a verdadeira alquimia!! Portanto, vamos começar esse 2009 pensando se realmente estamos procurando alcançar nossas distâncias perfeitas e traçarmos estratégias para atingí-las. Posso lhe dar uma dica quente? Não fale pra ninguém (essa nunca falha!!) . A dica é: Que tal começar com um comentário a respeito deste post? . Críticas e desabafos também valem. Só não aceito que xinguem minha mãe. Cada vez que a vejo, mais me convenço de que ela é realmente uma santa e que santo é algo que não quero ser, nem morto. FELIZ ANO TODO!!!
*Pensando bem, morto talvez  **Percebam que ainda é semáforo e não sinaleira, rs. ***Esse post não está de acordo com as novas regras gramaticais. Me dá um tempo para eu pegar essas regras direito, tá?!
Escrito por Franklin às 18h23
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O tal do QI Todo mundo conhece o tal do QI. Não, não é o coeficiente de inteligência ou coeficiente intelectual, número esse que tenta quantificar a inteligência de um ser em relação a uma média ou coisa que valha. Falo a respeito do Quem Indica. Muito se fala (geralmente mal) a respeito dessas pessoas que são indicadas para algum cargo. Os tais de costas quentes, filho de não sei quem, etc. Sempre achei injusto, mas insustentável (não em empresas estatais) a contratação do indivíduo com QI. A pessoa indicada pode até ter indicação, mas se não rende o esperado, TCHAU, e quem venha outro, podendo ser outro indicado, inclusive. Com a idéia frenética de redução de custos das empresas, fica muito caro recrutar e selecionar pessoas, então porquê não deixar que pessoas conhecidas possam fazer esse processo? Além que fortalecer os laços com os conhecidos, o famoso network, quem indica geralmente conhece bem o perfil do indicado, podendo inclusive imaginá-lo na função a ser ocupada. O tal do QI também pode ser usado para entrar em empresas, regiões, grupos, etc., que se tem interesse, mas não se consegue pelas vias normais. Calma, eu explico. Se existe um grupo que precisamos entrar, pode ser uma empresa onde gostaríamos de trabalhar ou vender algo, etc. Esse contato pode ser feito através de amigos em comum. Se houver algum, verifique a possibilidade de ele te indicar. Se tudo der certo, seus laços com essas pessoas serão reforçados e sua possibilidade tende apenas a aumentar. Essa forma de pensar leva a outras conclusões. Se um indivíduo não trabalha bem ou não é bem visto pelos colegas, logo teremos pessoas QNI (Que Não Indicam), ou seja, a contra parte dos QI. O melhor a fazer é trabalhar da melhor forma possível, sempre presando pelo bem comum (pelo menos na maioria das vezes). Desafetos, inveja e coisas afins existem, afinal de contas, não queremos bem a todo universo, por menor que ele seja. Vale lembrar que o QI não elimina totalmente o processo de seleção, a não ser o indicado do "big boss", rs. A boa e velha entrevista é sempre válida, até porque, cada um tem uma visão das pessoas. Portanto, acredito que o QI é uma inteligente forma de recrutamento e seleção de pessoas e espero que cada vez mais essa forma de contratação seja utilizada, assim, somos obrigados a fortalecer nossa laços de amizade e coleguismo, também como uma questão de sobrevivência, já quem sem eles, logo estaremos isolados.
*Passei a pensar assim depois que fui indicado para meu atual emprego. Alguém sabe o porquê?
Escrito por Franklin às 16h29
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Show do Teatro Mágico

Eu juro que não queria escrever sobre isso. Juro mesmo. Estou cheio de coisas para fazer, inclusive coisas atrasadas que por irresponsabilidade deixei para depois, mas qd me vi revivendo os momentos que passei ontem, decidi que devia escrever ... Claro que parte desta emoção foi gerada pela expectativa de esperar o show, que a tempos esperava. É difícil descrever a sensação de alma lavada e coração abraçado (apesar do problemas pessoais), mas lá vamos nós tentar, apesar de não me sentir nem um pouco capaz.
Sinceramente ainda estou estasiado com o show de ontem. Para quem não sabe, o Teatro Mágico se apresentou ontem (dia 7/8/08) no bar opinião, aqui em Porto Alegre. Minha sensação é a de ter visto todas as grandes questões da minha vida descritas em forma de música, malabares, interpretações, etc., enfim os mais variados tipos de interpretação artística. É sem dúvida a maior representação de arte que já ouvi falar, já que a maioria delas tem apenas uma face. E digo mais. Poderia APENAS ser um espetáculo de dança com música ao vivo com alguns malabaristas, com interpretação, etc., mas além disso tudo, é algo que te faz pensar a respeito de coisas que NINGUÉM conversa.
É como se tivessem falado tudo aquilo que eu sempre senti mas não conseguia explicar nem para mim mesmo. Minha revolta de anos,as minhas mais profundas tristezas expostas de forma alegre, com danças e sorrisos estampados por anjos muitos ano luz mais experientes. Sem dúvida TM chegou em minha vida em um momento onde grandes dúvidas já tinham criado raízes e qd minhas artimnhas para resolvê-las já não faziam o menor efeito.
Sem dúvida foi o melhor show da minha vida. Até eu, que a tempos não chorava, chorei e nem sei o porquê. Malditas lágrimas!!!! 
Não falei? Bom, eu disse. Leu porque quis.
*Link dos vídeos e fotos que fiz no show:http://rapidshare.com/files/136769183/Teatro_M_gico.zip.html **Link das músicas do segundo albúm (o segundo ato): http://rapidshare.com/files/123300613/Teatro_Magico_-_Segundo_Ato___www.xalmer.com__.zip.html
Escrito por Franklin às 16h55
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